Cá estou eu, após mais um dia de grande movimento... Quem diria que uma segunda-feira poderia contar com tantas emoções. Vou resumir o dia a um fato que eu já tinha ouvido falar que, realmente, tinha acontecido dentro de um ônibus, mas - como hoje - eu ainda não tinha presenciado.
Acho que já falei aqui do stress diário que envolve rodoviários e passageiros, por isso, eu não vou levar isso mais adiante. Hoje, em plena tarde, uma senhora resolveu tomar as dores de duas passageiras que estavam dentro do ônibus e estavam perto de descer. Tudo isso pelo simples fato de que, segundo a senhora, "o motorista (ela se direcionava ao cobrador, ao gritar toda a sua fúria no momento) não queria abrir a porta do meio".
Antes, ela já resmungava do assunto, antes de abrir o bocão...
- "Ele tem que abrir sim..."
E depois, quando o cobrador sinalizou para as duas passageiras que a saída era pela porta traseira, ela não se aguentou...
- "Agora há pouco você mesmo abriu a porta aí, e não vai querer abrir agora por quê? É por cara, é? É por cara, é?"
Furioso, o jovem retrucou...
- "Então peça a ele (motorista) pra abrir a porta pra você, peça a ele..."
E o diálogo continuou...
- "Você abriu essa porta agorinha, rapaz, não quer abrir agora por quê? É pela cara?"
- "Então venha aqui pra você descer por aqui, venha", dizia o cobrador, a beira de um ataque de fúria.
E foi daí pra baixo. Eu me lembro que ambos trocaram xingamentos, palavrões - tanto de um lado, quanto do outro - a situação saiu totalmente do controle. Aproveitando, em meio ao tumulto, uma moça conversava com sua amiga e soltou a bomba...
- "(...) E não é a primeira vez que vejo essa velha estressada assim... (pausa) É, já vi umas 3 vezes!", finalizou.
Mas, antes de sair fora do local depois de tocar o terror, a senhora soltou uma frase que marcou durante o dia inteiro.
A porta se abriu, ela ainda esbravejava, soltou a frase e saiu...
- "(...) Agora, depois morre e não sabe o porquê..."
Diante disso - e de todo o silêncio que se instalou dentro do carro durante a discussão, já que os passageiros acompanhavam apenas com alguns olhares entre si - o carro voltou a andar. Motorista e cobrador trocaram algumas palavras e o jovem, mais estressado que nunca, apenas passava o troco aos passageiros que dele precisavam. E foi assim por toda a viagem. Trocamos algumas poucas palavras, pois quando a situação está assim, nesse mar de stress, restam apenas olhares sérios e um silêncio dominador.
Mas uma frase dita por essa senhora que, certamente estava descontrolada, foi o ponto alto do dia. Do momento. Da situação. Tão louca, ela soltou a pérola em meio a um coletivo com mais de 40 pessoas dentro. Então, pessoas, já ficaremos atentos: Se algo acontecer ao jovem, a gente já saberá quem foi. E ele também. Mesmo que não tenha como provar. Mas isso, claro, vamos ficar na torcida de que não aconteça jamais.
terça-feira, 6 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
O poder de um chiclete
Você não merecia.
Mas o seu parceiro, sim.
Você não me dirigiu uma palavra sequer.
Mas o seu parceiro, sim.
Você está cada vez mais estranho.
E eu sinto cada vez mais aversão por você.
Sua atitude me deixa surpreso.
Ao que parece, você não é da forma que eu esperava que fosse...
E tudo isso por conta de um simples erro na conexão.
Uma pequena grande confusão, causada pelas coisas da vida.
Que passa de você pra mim, num fluxo imperfeito.
Seguido pelo seu penetrante olhar, que não me leva a loucura.
Afinal de contas, você errou ao se adiantar.
E, mesmo sem querer, me faz pensar que houve uma confusão interna de sentimentos.
Uma vez me perguntaram, mas eu neguei.
Mas, diante de seu comportamento em algumas ocasiões, eu não posso deixar de pensar nisso.
Mas eu não quero.
Pois você não merece.
E nem eu mereço algo do tipo.
Aliás, tanto não mereço, quanto não quero.
Ou melhor, não queremos, verdade?
Até porque, ambos sabemos que: se a situação está assim, a culpa é toda sua.
Já diziam que o apressado come cru.
Mas eu posso adaptar, dizendo que, dessa vez, ele nem ao menos comeu.
E pelo visto, deverá ficar com fome.
Assim é melhor.
Mas eu já disse que você não merecia.
Só que o seu parceiro, sim.
As vezes, eu sei que você dá um jeito e leva um ou outro.
Porém, o meu foi eleito o número 1.
E foi algo que me fez saber que dei uma dentro.
Não sou ruim em dizer isso.
Mas, pelos acontecimentos recentes, acho que não dá pra evitar.
Afinal de contas, você não merecia.
Mas o seu parceiro, sim.
Até a próxima.
Mas o seu parceiro, sim.
Você não me dirigiu uma palavra sequer.
Mas o seu parceiro, sim.
Você está cada vez mais estranho.
E eu sinto cada vez mais aversão por você.
Sua atitude me deixa surpreso.
Ao que parece, você não é da forma que eu esperava que fosse...
E tudo isso por conta de um simples erro na conexão.
Uma pequena grande confusão, causada pelas coisas da vida.
Que passa de você pra mim, num fluxo imperfeito.
Seguido pelo seu penetrante olhar, que não me leva a loucura.
Afinal de contas, você errou ao se adiantar.
E, mesmo sem querer, me faz pensar que houve uma confusão interna de sentimentos.
Uma vez me perguntaram, mas eu neguei.
Mas, diante de seu comportamento em algumas ocasiões, eu não posso deixar de pensar nisso.
Mas eu não quero.
Pois você não merece.
E nem eu mereço algo do tipo.
Aliás, tanto não mereço, quanto não quero.
Ou melhor, não queremos, verdade?
Até porque, ambos sabemos que: se a situação está assim, a culpa é toda sua.
Já diziam que o apressado come cru.
Mas eu posso adaptar, dizendo que, dessa vez, ele nem ao menos comeu.
E pelo visto, deverá ficar com fome.
Assim é melhor.
Mas eu já disse que você não merecia.
Só que o seu parceiro, sim.
As vezes, eu sei que você dá um jeito e leva um ou outro.
Porém, o meu foi eleito o número 1.
E foi algo que me fez saber que dei uma dentro.
Não sou ruim em dizer isso.
Mas, pelos acontecimentos recentes, acho que não dá pra evitar.
Afinal de contas, você não merecia.
Mas o seu parceiro, sim.
Até a próxima.
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